O Futuro do Turismo
Sustentabilidade e Conexão com a Natureza
Nos últimos anos, o turismo cresceu de forma expressiva no mundo. Entre 2000 e 2019, antes da pandemia da COVID-19, o número de viagens internacionais mais que dobrou, refletindo o crescente interesse global por experiências culturais e de lazer. Contudo, a pandemia resultou na redução drástica nos deslocamentos, com medidas de restrição e fechamento de fronteiras.
Agora, o setor de viagens e turismo está se recuperando e se fortalecendo novamente. A retomada inclui a busca dos viajantes por experiências personalizadas, viagens mais sustentáveis e diversificação das ofertas de destinos. Além disso, fatores como viagens domésticas e internacionais mais acessíveis e avanços tecnológicos têm impulsionado o turismo globalmente.
Em 2024, o setor de viagens e turismo movimentou mais de 11 trilhões de dólares, de acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC). Esse montante representou aproximadamente 10% da economia mundial, medida pela contribuição direta do setor ao Produto Interno Bruto (PIB) global. Além disso, nesse mesmo ano, quase 350 milhões de empregos — equivalentes a 10,4% da força de trabalho mundial — estavam relacionados ao setor de viagens e turismo.
Além de oferecer aos viajantes a oportunidade de conhecer diferentes culturas, o turismo está na base da economia de inúmeros países, regiões e cidades, onde grande parte da população depende das atividades turísticas como fonte de renda. No Brasil, por exemplo, a receita gerada apenas pelos turistas estrangeiros em 2023 chegou a 6,9 bilhões de dólares, refletindo o aumento de 62% no número de visitantes internacionais em comparação ao ano anterior. Já em 2024, estima-se que o país tenha recebido 6,6 milhões de turistas internacionais, que contribuíram com uma arrecadação aproximada de 43 bilhões de reais para a economia nacional.
O futuro do turismo apresenta expectativas otimistas, com crescimento previsto para os próximos anos. Segundo relatório do WTTC, estima-se que, em uma década, o setor representará 11,4% da economia global, movimentará 16 trilhões de dólares e estará vinculado a 449 milhões de empregos, o equivalente a 12,2% da força de trabalho mundial. Porém, com tamanha relevância econômica, uma questão central emerge: como o turismo pode se adaptar às mudanças climáticas e contribuir para um futuro mais sustentável?
Como as mudanças climáticas afetam o turismo?
As mudanças climáticas estão associadas à intensificação dos eventos extremos, desastres naturais, aumento do nível do mar e degradação de paisagens. Esses fenômenos, por sua vez, não afetam apenas o meio ambiente, mas também podem causar impactos econômicos e sociais profundos, colocando em risco o turismo, um dos setores mais sensíveis a essas transformações.
Lugares famosos pelas belezas naturais ou pelo patrimônio cultural e histórico, como as Maldivas (no Oceano Índico), Polinésia Francesa (Oceano Pacífico) e Veneza (Itália), por exemplo, estão sob risco de desaparecer ou de se tornarem inabitáveis por causa da elevação do nível do mar.
Outros destinos turísticos, procurados principalmente no inverno, também sofrem ameaças decorrentes das mudanças climáticas. Devido ao derretimento acelerado das geleiras, impulsionado pelo aquecimento global, atrações como montanhas e estações de esqui poderão fechar nos próximos anos. Para evitar mais prejuízos, alguns resorts de esqui chegaram a estocar neve ou produzir neve artificial para não decepcionar os visitantes.
Com as mudanças climáticas, destinos turísticos como as Maldivas poderão ser seriamente afetados, comprometendo o turismo. IMAGEM: Dion Tavenier/Unsplash
Assim, o turismo é vulnerável às mudanças climáticas e seus efeitos. Por outro lado, como qualquer outra atividade humana, o turismo também pode causar impactos que, se não forem devidamente mitigados, podem contribuir para o agravamento da crise climática. Em 2023, o setor de viagens e turismo foi responsável por 6,5% das emissões globais de gases de efeito estufa, totalizando mais de 3,4 bilhões de toneladas de CO2 equivalente (tCO2e), segundo relatório do WTTC. Entre as atividades associadas ao setor, a aviação destacou-se como a maior emissora, com 865 milhões de tCO2e, seguida pelos serviços e infraestrutura de acomodação e hospedagem dos turistas, que somaram 260 milhões de tCO2e.
Diante desse cenário, a redução dos impactos do turismo é uma preocupação global. Nesse sentido, a Declaração de Glasgow sobre Ação Climática no Turismo, lançada em 2021, é um exemplo do compromisso crescente do setor com a sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. O acordo, liderado pela Organização Mundial do Turismo (OMT), visa reunir entidades e atores em um esforço conjunto para reduzir as emissões do setor pela metade até 2030, além de alcançar emissões líquidas zero até 2050. Até 2024, 841 signatários, incluindo 94 destinos turísticos e 479 empresas, aderiram à iniciativa.
A COP29, realizada no Azerbaijão em 2024, representou outro marco para a sustentabilidade do setor. Durante a conferência, 50 países assinaram um acordo para promover o turismo sustentável. Os signatários também se comprometeram a incluir metas e ações específicas para o turismo nos planos nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa. Também foram propostas iniciativas para medir e divulgar dados ambientais do setor turístico.
A crescente conscientização dos viajantes sobre a crise climática também tem impulsionado mudanças no setor. Segundo dados reunidos pelo WTTC, 83% dos viajantes afirmam que o turismo sustentável é importante, enquanto 75% dizem querer viajar de forma mais sustentável nos próximos 12 meses. Além disso, 55% dos entrevistados indicaram estar dispostos a pagar mais para apoiar opções de viagem sustentáveis.
Portanto, seja por meio de compromissos globais ou motivado pelas mudanças no comportamento dos viajantes, o turismo tem demonstrado seu potencial para se adaptar aos desafios climáticos. Confira, a seguir, como o setor pode contribuir para a proteção do meio ambiente e para a sustentabilidade.
Turismo sustentável e a conexão com a natureza
O turismo sustentável é um conjunto de práticas que busca atender às necessidades dos visitantes e comunidades locais ao mesmo tempo em que preserva os recursos culturais, ambientais e econômicos das regiões visitadas. Além de proteger o patrimônio natural e cultural, a adoção dessas práticas pode gerar vantagens competitivas, como maior eficiência no uso de recursos e redução de custos. A preservação da natureza, por sua vez, atrai mais visitantes, gera renda e promove o desenvolvimento econômico local.
Nesse contexto, o ecoturismo é um exemplo de como é possível aliar preservação ambiental, respeito às comunidades e geração de renda. Essa modalidade de turismo sustentável valoriza a interação responsável dos visitantes com os ambientes naturais e com as comunidades locais, estimulando a conservação dos ecossistemas e a educação ambiental. Além disso, proporciona aos visitantes experiências únicas de conexão com a natureza, envolvendo atividades como caminhadas em trilhas, observação da fauna e da flora, passeios de barco e visitação de parques e reservas naturais.
Em contrapartida, o turismo regenerativo, outra modalidade de turismo sustentável, vai além da preservação, priorizando a restauração ativa dos ecossistemas. Essa abordagem envolve os turistas em práticas como o plantio de árvores em áreas desmatadas, a recuperação de solos degradados e o incentivo ao turismo em regiões com biodiversidade ameaçada.
No Brasil, destinos como o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (em Goiás) e o Parque Nacional do Iguaçu (em Foz do Iguaçu, PR) são exemplos da integração entre preservação ambiental e turismo. Ambos os destinos são referências na conservação da natureza e no turismo sustentável. A cidade de Foz do Iguaçu, inclusive, já foi reconhecida como um dos dez destinos mais sustentáveis do mundo.
Destinos como Foz do Iguaçu, no Paraná, buscam aliar a preservação ambiental às atividades turísticas. IMAGEM: Douglas Lopez/Unsplash
Além dos destinos turísticos já consolidados, o Brasil tem grande potencial para desenvolver ainda mais o turismo sustentável. Para isso, têm sido estabelecidas iniciativas como o Mapa Brasileiro do Turismo Responsável, desenvolvido pelo Ministério do Turismo, que destaca destinos e experiências com boas práticas de sustentabilidade.
Outro avanço recente para o setor foi a aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei nº 4.870/24, que cria mecanismos financeiros para fomentar o turismo em áreas protegidas e estabelece a Política Nacional de Visitação a Unidades de Conservação. A proposta, que aguarda análise no Senado, pode gerar benefícios importantes, como a arrecadação de recursos para a manutenção das áreas protegidas.
As práticas turísticas sustentáveis podem trazer ganhos econômicos para o país, atraindo mais visitantes. De acordo com pesquisa divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Ecoturismo, juntamente com o Turismo de Natureza, já representa 60% do faturamento do setor. Em 2024, esses segmentos ficaram em segundo lugar na preferência dos viajantes, atrás apenas do Turismo de Sol e Praia, conforme levantamento do Ministério do Turismo.
Esses resultados evidenciam o potencial do turismo sustentável e a busca crescente dos turistas pela conexão com a natureza, mostrando como o setor pode alinhar conservação, desenvolvimento econômico e práticas mais responsáveis.
Além disso, estratégias de descarbonização surgem como uma oportunidade para reduzir emissões. Confira, a seguir, como essas ações estão transformando a sustentabilidade das viagens e do turismo.
Descarbonização do setor de viagens e turismo
O turismo abrange diversas atividades, incluindo transporte, hospedagem, alimentação e serviços dos operadores turísticos. Entre elas, a aviação se destaca como uma das principais responsáveis pelas emissões do setor, sendo um foco estratégico nos esforços de descarbonização.
Estima-se que 2,5% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2) venham da aviação, tanto de voos domésticos como internacionais. O aumento da demanda por viagens aéreas fez com que as emissões de CO2 provenientes da aviação quadruplicassem desde a década de 1960.
Apesar do uso de tecnologias para redução das emissões, o aumento da demanda por viagens aéreas levou as emissões globais de CO2 da aviação a quadruplicarem desde 1960. IMAGEM: modificado de Our Wold in Data
Em resposta ao crescimento das emissões, diversas ações têm sido implementadas para mitigar os impactos ambientais associados à aviação. Entre elas, destacam-se:
• Eletrificação dos aviões
Atualmente, não há aeronaves elétricas comerciais em operação devido a limitações tecnológicas, especialmente o peso das baterias, que dificultam o voo. Contudo, inovações podem tornar esse cenário viável no futuro. Um exemplo em desenvolvimento é o avião elétrico da CATL (Contemporary Amperex Technology Co. Limited), empresa chinesa. Com uma bateria "ultracondensada", que tem densidade energética duas vezes maior que as baterias dos carros elétricos atuais, a aeronave de oito toneladas poderá voar até 3 mil quilômetros. O lançamento está previsto para 2027 ou 2028.
• Uso de combustíveis alternativos
A aviação tem investido no uso de combustíveis alternativos para reduzir suas emissões, com destaque para o combustível sustentável de aviação (SAF, da sigla em inglês para sustainable aviation fuel). Produzido principalmente em biorrefinarias a partir de matérias-primas renováveis, como óleos vegetais, resíduos agrícolas e até mesmo fezes humanas, o SAF pode reduzir as emissões de CO2 em até 80% em comparação aos combustíveis fósseis tradicionais. Além disso, estima-se que o uso do SAF possa contribuir com cerca de 65% da redução das emissões necessária para que o setor de viagens e turismo alcance a neutralidade de carbono até 2050.
Outra alternativa aos combustíveis fósseis para a aviação é o hidrogênio, que ainda está em fase de estudos e testes experimentais. Atualmente, há limitações ao uso em larga escala do SAF e do hidrogênio, relacionadas principalmente aos elevados custos, que são superiores aos dos combustíveis convencionais.
Acompanhando a tendência global, o Brasil também tem investido em alternativas sustentáveis para a aviação, com foco na redução das emissões. Em outubro de 2024, foi sancionada a “Lei do Combustível do Futuro” (Lei nº 14.993/2024), que cria um programa nacional de incentivo ao diesel verde e ao combustível sustentável para a aviação. Por meio desse dispositivo, foi criado o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV), que exigirá que os operadores aéreos reduzam as emissões dos voos domésticos por meio do uso do SAF a partir de 2027.
A aviação contribui para as emissões de gases de efeito estufa associadas ao setor de viagens e turismo. Por isso, soluções visando à redução das emissões têm sido desenvolvidas, como a eletrificação das aeronaves e o uso de combustíveis alternativos. IMAGEM: ThePixelman/Pixabay
Além das viagens de avião, os cruzeiros são opções muito visadas pelos turistas. Em 2024, os cruzeiros bateram recordes de vendas, tendo transportado cerca de 30 milhões de passageiros.
No entanto, apesar da popularidade, os navios de cruzeiro emitem mais poluentes por passageiro e por quilômetro que outros meios de transporte, como os aviões comerciais. A indústria naval, incluindo o transporte de cargas e de passageiros, é responsável por cerca de 3% das emissões globais de gases de efeito estufa, resultado que pode ser atribuído principalmente ao uso de combustíveis fósseis marítimos.
Para mitigar esse impacto, alternativas aos combustíveis convencionais vêm sendo desenvolvidas. Os navios movidos a gás natural liquefeito (GNL), por exemplo, podem emitir cerca de 25% menos CO2 que os movidos a combustíveis tradicionais como o diesel marítimo.
Além do GNL, outras opções menos poluentes vêm sendo estudadas, como o bioGNL (GNL produzido a partir do biometano), o hidrogênio renovável, o metanol e a amônia verde, apontados como os combustíveis do futuro para a navegação marítima. Contudo, essas alternativas ainda não atendem plenamente à demanda e à escala necessária para descarbonização da indústria naval.
Uma opção inovadora para o setor marítimo pode ser a utilização de baterias. A empresa norueguesa Hurtigruten, por exemplo, almeja lançar até 2030 um navio para cruzeiros litorâneos com emissão zero de carbono. O navio será alimentado por baterias e contará com propulsão a velas retrateis cobertas com painéis solares, para aproveitamento do vento e da energia solar. Outros navios da empresa já apresentam motores híbridos, que funcionam com diesel marítimo e energia elétrica.
O navio da Hurtigruten, previsto para ser lançado até 2030, deverá ter zero emissão de carbono graças à alimentação com energia elétrica e aproveitamento de energia solar e eólica para propulsão. IMAGEM: Hurtigruten
Com a demanda dos viajantes por maior sustentabilidade e a meta de atingir emissão zero de carbono até 2050, várias companhias de cruzeiros têm adotado práticas e tecnologias para reduzir seus impactos ambientais, além da substituição dos combustíveis fósseis. Entre elas, destacam-se:
• Uso de motores e equipamentos que utilizam a energia de maneira mais eficiente.
• Implantação de sistemas para tratamento avançado de efluentes nos próprios navios, evitando o despejo do esgoto no mar ou oceano.
• Criação de programas de reciclagem e de redução do consumo de plásticos descartáveis a bordo.
• Melhorias no design de propulsores e adoção de dispositivos de supressão de ruídos para reduzir a poluição sonora e a vibração, minimizando impactos aos organismos marinhos.
• Aproveitamento dos resíduos orgânicos, como restos de comida, por meio de biodigestores operados a bordo.
• Produção de água limpa por meio do reúso de efluentes ou da dessalinização.
• Utilização de sistemas de exaustão de gases poluentes e material particulado.
O turismo está se reinventando para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e atender à demanda por práticas mais sustentáveis. A adoção de tecnologias e iniciativas inovadoras, como a eletrificação de aviões e o uso de combustíveis alternativos, juntamente com incentivos às experiências de turismo sustentável, demonstra a preocupação crescente com o meio ambiente. A transição para um futuro mais verde no setor de viagens e turismo é também uma oportunidade para promover a conexão mais profunda entre os viajantes e os destinos turísticos, ao mesmo tempo em que contribui para a proteção do planeta.
Para mais conteúdo relacionado às mudanças climáticas, acesse o Painel de Indicadores de Mudanças Climáticas de Curitiba neste link.
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Fontes consultadas
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