Drenagem Urbana Para o Novo Clima

Como as Cidades Podem Enfrentar as Chuvas Extremas e Evitar Enchentes?

Autor
Observatório Sistema Fiep - 23/06/2025

Em um minuto:

  • Chuvas extremas: cada vez mais frequentes e intensas devido às mudanças climáticas, sobrecarregam a infraestrutura urbana e provocam enchentes, com impactos econômicos e na saúde pública.
  • Soluções baseadas na natureza: elementos da drenagem urbana sustentável como telhados verdes, parques lineares, jardins de chuva e pisos permeáveis podem ajudar a mitigar os riscos de enchentes e melhorar a qualidade ambiental das cidades.
  • Cidades-esponja: o conceito propõe reter, infiltrar e reaproveitar a água da chuva, utilizando estratégias como áreas permeáveis, renaturalização de rios, criação de parques inundáveis e armazenamento temporário de água.
  • Barreiras para a drenagem urbana sustentável: os principais entraves são os elevados custos e a falta de conhecimento, mas iniciativas como incentivos fiscais e projetos de lei podem estimular a adoção dessas práticas no Brasil.

Cenas de ruas alagadas, carros submersos e famílias desalojadas se repetem em diversas cidades brasileiras e revelam um desafio crescente para as áreas urbanas: como lidar com volumes de chuva cada vez maiores?

As consequências das chuvas extremas são preocupantes. Um exemplo notório foram as enchentes de maio de 2024 no Rio Grande do Sul, que atingiram mais de 400 municípios gaúchos, afetando cerca de 870 mil pessoas e causando prejuízos econômicos da ordem de R$ 87 bilhões. Este e outros episódios recorrentes nos centros urbanos do país mostram que a infraestrutura de drenagem precisa urgentemente ser repensada.

Com as mudanças climáticas, os eventos extremos podem se tornar mais frequentes e intensos. A probabilidade de ocorrência de chuvas como as que atingiram o Rio Grande do Sul no ano passado, por exemplo, pode dobrar em função do aquecimento global. Algumas regiões do país já têm registrado maiores volumes anuais de precipitação, tendência que deverá se estender no longo prazo. É o caso do Sul do país, além de parte dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, que deverão sofrer com chuvas mais fortes e recorrentes.

O problema, porém, não é apenas a força da natureza potencializada pelas mudanças climáticas, mas também a forma como as cidades foram construídas. Com mais concreto e asfalto e menos áreas de infiltração, a água não tem para onde escoar e se acumula nas áreas urbanas, transformando tempestades em potenciais desastres. Os impactos das enchentes e do transbordo de rios e canais vão além dos prejuízos materiais e da mobilidade urbana comprometida. A exposição à água contaminada aumenta o risco de doenças de veiculação hídrica, como leptospirose, hepatites e gastroenterites.

Por ser uma questão de saúde pública, a drenagem urbana é um dos pilares fundamentais do saneamento. Contudo, os sistemas convencionais de drenagem, que priorizam a canalização e rápida eliminação da água chuva, muitas vezes não têm sido suficientes diante da intensificação dos eventos extremos e da urbanização acelerada. Por isso, alternativas complementares vêm ganhando espaço, inspiradas na natureza e em sua capacidade de regular o ciclo da água de maneira eficiente.

 

Soluções baseadas na natureza para a drenagem urbana sustentável

Diferentemente dos métodos convencionais de drenagem, que priorizam a rápida eliminação da água da chuva, as soluções baseadas na natureza enxergam a água como um recurso. Em vez de descartar a água da chuva, os sistemas sustentáveis permitem seu reaproveitamento para múltiplos usos, como abastecimento durante estiagens, atividades agrícolas e industriais e até mesmo fins recreativos, contribuindo para a qualidade ambiental das cidades.

Conhecidos globalmente por diferentes nomes, como Drenagem Urbana Sustentável, Design Urbano Sensível à Água (WSUD, da sigla em inglês) e Desenvolvimento Urbano de Baixo Impacto (LID), esses sistemas integram a chamada infraestrutura verde. Seu princípio é simples: imitar processos hidrológicos naturais para reter, infiltrar, conduzir e reutilizar a água da chuva, reduzindo os riscos de enchentes e aumentando a resiliência urbana.

Além de serem flexíveis e ajustáveis para diversas configurações, esses sistemas sustentáveis podem complementar as soluções tradicionais, chamadas de infraestrutura cinza, que envolvem grandes obras de concreto, como piscinões e barragens. Enquanto os sistemas convencionais exigem investimentos altos e são pouco adaptáveis, a drenagem sustentável permite modificações mais rápidas e eficientes diante das variações climáticas.

Exemplos práticos da infraestrutura verde aplicada à drenagem urbana sustentável incluem pavimentos permeáveis, telhados verdes, jardins de chuva e parques lineares. Combinadas às estruturas tradicionais, essas soluções podem transformar a forma como as cidades lidam com a água, tornando os centros urbanos mais preparados para as chuvas extremas.

 

• Jardins de chuva

Áreas rebaixadas projetadas para coletar, filtrar e absorver a água da chuva que escoa de telhados, calçadas e outras superfícies impermeáveis. A água é direcionada para o jardim por meio de calhas, canos ou pequenas valetas, onde é absorvida pelo solo e pelas raízes das plantas. Esse processo reduz o risco de alagamentos e ainda ajuda a reabastecer o lençol freático. Além de evitar o acúmulo excessivo de água nas ruas, os jardins de chuva atuam como filtros naturais, removendo impurezas e melhorando a qualidade da água antes que ela siga para o subsolo, sistemas de drenagem convencionais ou reservatórios subterrâneos.

Jardins de chuva na cidade de São Paulo (SP). IMAGEM: Secretaria Municipal das Subprefeituras da Cidade de São Paulo

Os jardins de chuva podem ser construídos em calçadas, praças e áreas públicas. Na cidade de São Paulo (SP), por exemplo, existem mais de 300 deles. Muitos são estabelecidos em terrenos subtilizados e aproveitados como locais de lazer para a população. Quando o espaço é limitado, a solução pode ser adaptada em formatos menores, como canteiros de chuva, calçadas com poços de infiltração e biovaletas.

As biovaletas são similares aos jardins de chuva tradicionais e servem para captar e filtrar a água da chuva antes de direcioná-la para os sistemas de drenagem. IMAGEM: Secretaria Municipal das Subprefeituras da Cidade de São Paulo

• Telhados verdes

São coberturas com vegetação que ajudam a absorver a água da chuva, reduzindo a velocidade e o volume do escoamento. Além disso, essas estruturas funcionam como isolante térmico natural, diminuindo a temperatura dos imóveis e melhorando o microclima das cidades.

Sua construção ocorre em camadas: uma delas retém e filtra a água da chuva, permitindo a passagem de água limpa, enquanto outra dá suporte à vegetação, que pode ser composta por plantas nativas, gramíneas, hortaliças, ervas, temperos, flores, arbustos, cactos, entre outros.

Os telhados verdes contribuem para reduzir a velocidade de escoamento da água da chuva e proporcionar conforto térmico para os imóveis. IMAGEM: CHUTTERSNAP/Unsplash

Um dos maiores telhados verdes da América Latina foi construído na sede do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, em Porto Alegre(RS). A estrutura tem 10 mil metros quadrados e foi inaugurada em 2022.

Telhado verde da Fecomercio-RS, em Porto Alegre. É um dos maiores da América Latina. IMAGEM: Carlos Macedo / Divulgação Fecomércio-RS / Revista Casa e Jardim

• Piso permeável ou drenante

Alternativa verde para vias com tráfego leve, como passarelas, calçadas e estacionamentos. Sua principal característica é permitir que a água da chuva passe através de camadas porosas, evitando o acúmulo nas ruas e a sobrecarga dos sistemas de drenagem. Também tem função filtrante e pode auxiliar na remoção de alguns poluentes da água, possibilitando seu reúso para finalidades como descarga de banheiros e irrigação de jardins.

 

• Parques lineares

Áreas verdes abertas que se estendem ao longo de corredores naturais, como rios e córregos, sendo caracterizados por serem mais longos do que largos. Essas áreas têm múltiplos benefícios, como o controle de enchentes, a atração da biodiversidade e o oferecimento de espaços de lazer e cultura para a população.

Na Região Metropolitana de Curitiba, por exemplo, está sendo criado um parque linear que aproveita o traçado de uma linha férrea. Em 2024, a cidade de Campinas (SP) recebeu um prêmio internacional durante o 12° Fórum Urbano Mundial, realizado no Egito. Com o seu programa de parques lineares, a cidade foi reconhecida com a classificação bronze no LivCom Awards 2024 pelas boas práticas relacionadas à gestão do meio ambiente e desenvolvimento local.

Parque Linear Municipal Cajuru, localizado às margens do Rio Atuba, em Curitiba (PR). Com a preservação da área verde no entorno dos rios, os parques lineares ajudam a prevenir enchentes, além de serem espaços de convivência e lazer para as comunidades. IMAGEM: Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba

Cidades-esponja

O conceito, que surgiu na China e vem ganhando força desde os anos 2010, refere-se à capacidade das cidades de absorver água, como uma esponja. Esse modelo já foi implementado em vários países, como Tailândia, Indonésia, Dinamarca, Suécia, EUA e Rússia, e tem atraído a atenção também no Brasil: no ano passado, o governo brasileiro assinou um acordo de cooperação com a China para realizar intercâmbios visando aprender sobre essa abordagem de drenagem sustentável.

Enquanto os sistemas convencionais de drenagem urbana priorizam a rápida eliminação da água da chuva por meio de canalizações e galerias pluviais, o conceito de cidade-esponja propõe uma mudança de paradigma, focando na retenção, infiltração e reaproveitamento da água, imitando o funcionamento dos ecossistemas naturais. De acordo com seu criador, o arquiteto chinês Kongjian Yu, o funcionamento de uma cidade-esponja depende de três grandes estratégias:

 

1) Contenção da água

O objetivo aqui é conter a água assim que a chuva atinge o solo. Para isso, podem ser construídas grandes áreas permeáveis e porosas que absorvem a água. Exemplos de elementos que podem ser utilizados para essa finalidade incluem jardins de chuva, pisos permeáveis, telhados verdes e lagos artificiais, que ajudam a reter a água da chuva na fonte.

 

2) Redução da velocidade da água

Essa estratégia envolve e renaturalização de rios e córregos, mantendo sua trajetória geralmente sinuosa, que contribui para desacelerar o fluxo da água em comparação aos corpos hídricos canalizados e retificados. Busca-se também preservar a vegetação próxima às margens, porque ela contribui para a redução da velocidade da água, além de auxiliar na sua purificação. Com a diminuição da velocidade do escoamento, o solo e as plantas têm mais tempo para absorver o excesso de água, minimizando os riscos de inundação.

 

3) Escoamento e absorção da água

O escoamento controlado em áreas alagáveis permite que a água da chuva seja armazenada temporariamente até ser absorvida pelo lençol freático ou até que os níveis dos rios se normalizem. A água armazenada também pode ser utilizada durante períodos de seca.

Em Curitiba (PR), a construção de parques com lagos destinados ao armazenamento de água da chuva iniciou na década de 1970. Alguns exemplos de “parques-esponja” com áreas alagáveis na capital paranaense são os Parques Barigui, São Lourenço, Bacacheri, Tingui, Atuba e, mais recentemente, a Reserva Hídrica do Futuro. Este último terá 70% da sua área formada por lagos e deverá garantir para a cidade oferta mensal de 43 bilhões de água.

Parque Barigui durante as fortes chuvas que atingiram Curitiba em dezembro de 2024. O parque ocupa 140 hectares e inclui áreas alagáveis, cuja função é conter o excesso de água. IMAGEM: Daniel Castellano / SMCS / Prefeitura Municipal de Curitiba

Outras ações também fazem parte do conceito de cidade-esponja graças à sua capacidade de auxiliar na prevenção de enchentes. Algumas delas incluem:

 

• Implantação da infraestrutura verde nas cidades, como jardins e telhados verdes, que ajudam a reter a água da chuva.

• Reforço das encostas de morros para evitar deslizamentos.

• Preservação da vegetação ou reflorestamento das margens dos rios, o que contribui para a filtragem da água e contenção do escoamento.

• Recuperação e ampliação das áreas úmidas, como banhados, que ajudam a armazenar a água e reduzir os impactos das chuvas intensas.

 

O conceito de cidade-esponja pode ser adaptado também a diferentes escalas. Por exemplo, residências-esponja podem ser criadas pelos próprios moradores com a adoção de sistemas como jardins de chuva, terraços e telhados verdes para ajudar a drenar a água da chuva em suas casas. Em cidades onde não há muito espaço disponível para áreas alagáveis, soluções de drenagem sustentável podem ser implementadas de forma distribuída e descentralizada, aproveitando pequenos espaços urbanos como praças, canteiros e estacionamentos.

 

Desafios para a implementação da drenagem urbana sustentável

As principais barreiras para a adoção dos sistemas de drenagem sustentável incluem os custos elevados, as questões regulatórias e a falta de conhecimento dos gestores públicos e da população sobre as vantagens dessas soluções.

Nesse sentido, algumas cidades brasileiras têm favorecido a implementação da drenagem urbana sustentável por meio de incentivos fiscais, exigências construtivas e instrumentos regulatórios. Em Blumenau (SC), por exemplo, uma Lei Complementar de 2018 (n° 1.174/2018) garantiu benefícios para quem adotar os telhados verdes, permitindo o uso de maiores áreas para construção para quem adotar essa solução. Já em Belo Horizonte (MG), a prefeitura tem concedido descontos de até 2 mil reais no IPTU para os donos de imóveis que construírem jardins de chuva nas calçadas das residências. Em São Paulo, essa mesma medida existe desde 2017.

Em nível nacional, o Projeto de Lei 2000/24, aprovado em 2024 pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, propõe a destinação de recursos públicos para ações de drenagem baseadas no conceito de “cidades-esponja”. Se aprovado em outras instâncias, essa medida poderá ser um marco para a implementação de práticas sustentáveis em todo o Brasil.

Em síntese, a drenagem urbana sustentável surge como alternativa para enfrentar os desafios impostos pelas chuvas extremas, que deverão ser cada vez mais frequentes no cenário de mudanças climáticas. Ao implementar sistemas de drenagem inspirados na natureza, as cidades mitigam os impactos das enchentes, reduzindo o risco de desastres e contribuindo para a qualidade de vida urbana. A adoção de soluções como a infraestrutura verde e o conceito de cidade-esponja representa uma mudança de paradigma que, se expandida, pode transformar a gestão urbana e dos recursos hídricos nas próximas décadas.

 

Nota: texto publicado originalmente em 10 mar. e atualizado em 23 jun. 2025. 

 

Para mais conteúdo relacionado às mudanças climáticas, acesse o Painel de Indicadores de Mudanças Climáticas de Curitiba neste link.

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Para citar este artigo:

OBSERVATÓRIO SISTEMA FIEP / PAINEL DE INDICADORES DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS DE CURITIBA (PIMCC). Drenagem Urbana Para o Novo Clima: Como as Cidades Podem Enfrentar as Chuvas Extremas e Evitar Enchentes? Disponível em: https://paineldemudancasclimaticas.org.br/noticia/drenagem-urbana-chuvas-extremas. Acesso em: dd/mm/aaaa.

 

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Fontes consultadas

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