Retrospectiva do Clima 2024

Recordes, Desafios e Lições Aprendidas

Autor
Observatório Sistema Fiep - 30/12/2024

Em 2024, o mundo vivenciou recordes alarmantes associados às mudanças climáticas. As temperaturas globais ultrapassaram marcas históricas, enquanto eventos extremos como secas, inundações e incêndios florestais atingiram níveis inéditos. Acompanhe, a seguir, os principais acontecimentos do ano, com um olhar especial para o Brasil.

 

O ano mais quente já registrado

O ano de 2024 provavelmente ficará marcado como o mais quente já registrado, com a temperatura média anual cerca de 1,6 °C acima da média do período pré-industrial, compreendido entre 1850 e 1900. Neste ano, inclusive, a temperatura média global deverá ultrapassar pela primeira vez o limite de 1,5 °C estabelecido no Acordo de Paris como um valor crítico para conter os impactos das mudanças climáticas.

O aquecimento global também esteve associado a eventos climáticos extremos, como as ondas de calor. No Brasil, por exemplo, foram registradas ondas de calor em todos os meses até outubro.

 

Eventos extremos: enchentes no Rio Grande do Sul

Infelizmente, o Brasil registrou em 2024 um exemplo da força destrutiva dos eventos climáticos extremos.

Entre abril e maio, o Rio Grande do Sul foi afetado por chuvas intensas, que desencadearam inundações e deslizamentos devastadores. Mais de 870 mil pessoas foram impactadas diretamente e mais de 180 vidas foram perdidas. Os temporais, que atingiram mais de 400 municípios gaúchos, causaram também prejuízos econômicos, estimados em R$ 87 bilhões. O volume das chuvas que assolaram o estado foi até seis vezes superior à média histórica para essa época do ano.

Entre os fatores que estão por trás desses eventos catastróficos figuram as mudanças climáticas, que dobraram a probabilidade de ocorrência de chuvas extremas no Sul do Brasil. A elevação das temperaturas globais e a alteração nos padrões climáticos contribuem para a intensificação desses fenômenos, colocando comunidades e ecossistemas em risco. Além disso, o aumento da força e da frequência dos eventos extremos, como ondas de calor e enchentes, evidencia a urgência das ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

 

A mais grave epidemia de dengue do Brasil

Em 2024, o Brasil enfrentou a maior epidemia de dengue da sua história. O aumento no número de casos, que foi de 300% em comparação ao mesmo período de 2023, está associado às mudanças climáticas e à elevação da temperatura média global. Com temperaturas maiores e alterações do regime de chuvas, as condições para a proliferação do mosquito transmissor da dengue se tornam mais favoráveis, acelerando a disseminação da doença.

 

Seca histórica

A seca de 2024 é considerada a maior já registrada no país em mais de um século. Pela primeira vez, cinco grandes bacias hidrográficas — rios Madeira, Purus, Tapajós, Xingu e Paraguai — estiveram sob estado de escassez hídrica. Mais de 25% do território brasileiro foi afetado.

 

Recorde de incêndios florestais

Em 2024, o número de incêndios florestais aumentou em comparação aos anos anteriores, sobretudo para algumas regiões: até outubro, os focos de incêndio cresceram cerca de 51% na Amazônia, 70% no Cerrado e 600% no Pantanal. De acordo com o MapBiomas, até novembro, a área queimada no país quase dobrou em relação ao ano anterior, atingindo mais de 30 milhões de hectares — o equivalente a mais de 30 milhões de campos de futebol.

O Pantanal, o bioma mais afetado, teve cerca de 30% do seu território devastado pelo fogo. Já na Amazônia, os incêndios florestais de 2024 foram os mais numerosos em 17 anos, enquanto no Cerrado, o cenário foi o pior desde 2012.

A condição de seca e elevadas temperaturas, registrada em muitas regiões do país neste ano, ajudou a agravar a situação, levando ao espalhamento das chamas. Além da devastação e da perda de biodiversidade, os incêndios resultaram na produção de fumaça, que se espalhou por várias cidades brasileiras, e na degradação da qualidade do ar.

 

Maiores níveis de poluição e de emissões de carbono

Com a grande contribuição dos incêndios, o Brasil atingiu, em 2024, o maior nível de emissões de carbono desde o início da coleta dos dados, há mais de 20 anos. No mundo, de maneira geral, também houve aumento das emissões em comparação ao ano anterior, quando 1 bilhão de toneladas de carbono a menos foram liberadas para a atmosfera.

As queimadas e incêndios florestais no Brasil geraram grandes volumes de fumaça, que chegou a praticamente todas as regiões brasileiras, desde o Norte até o extremo Sul do país. Em São Paulo (SP), foram registrados, neste ano, níveis recordes de poluição do ar, que foi intensificada pelas queimadas, levando o governo até mesmo a orientar a população a evitar atividades ao ar livre e usar máscara.

Além das emissões decorrentes dos incêndios, a poluição associada aos combustíveis fósseis também deverá atingir, em 2024, os níveis mais elevados já notificados no mundo. Globalmente, deverão ser emitidas até o final deste ano 37,4 bilhões de toneladas de dióxido de carbono devido ao uso desses combustíveis, aumento de 0,8% em comparação a 2023. Mesmo com os esforços globais voltados para a descarbonização e redução das emissões, esses números indicam que os desafios para a mitigação das mudanças climáticas ainda são significativos.

Em 2024, o mundo esteve diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, como recordes de temperaturas e eventos extremos, a exemplo das ondas de calor, secas e enchentes que impactaram o Brasil. IMAGEM: G.C./Pixabay

Apesar dos desafios, 2024 também trouxe avanços no enfrentamento das mudanças climáticas. Resultados positivos foram alcançados, como a expansão das energias renováveis e o estabelecimento de acordos internacionais em defesa da sustentabilidade. No país, políticas de preservação ambiental e iniciativas de descarbonização ganharam força, mostrando que o caminho para um futuro mais sustentável é possível.

Relembre, a seguir, alguns dos destaques positivos de 2024, especialmente no Brasil.

 

Redução do desmatamento na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica

Apesar de sofrer com as queimadas, a Amazônia registrou o menor nível de desmatamento em quase uma década. A redução do desmatamento até julho foi de 30,6% em comparação ao período anterior, compreendido entre agosto de 2022 e julho de 2023.

Resultados similares foram observados também para outros biomas brasileiros. No Cerrado, o nível oficial de desmatamento é o menor desde 2019, com redução de quase 26% em relação ao período anterior. Já na Mata Atlântica, a redução do desmatamento foi de 55% no primeiro semestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Esses resultados podem ser considerados positivos e estão alinhados à meta de desmatamento zero estabelecida pelo governo federal, a ser atingida até 2030. Contudo, mesmo com a redução, o desmatamento dos biomas brasileiros é ainda preocupante e causa impactos negativos. Entre os seus efeitos, estão a perda da biodiversidade e de importantes serviços ecossistêmicos essenciais à vida, como a regulação do clima e o fornecimento de água e alimentos.

 

Estabelecimento de metas para descarbonização e redução das emissões

O Brasil foi um dos primeiros países do mundo a apresentar o plano com a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, da sigla em inglês). A NDC brasileira foi entregue com antecedência, em novembro deste ano, durante a COP29. O prazo de envio vai até fevereiro de 2025.

As NDCs são as metas nacionais de redução das emissões de gases de efeito estufa, estabelecidas para cada país para ajudar no cumprimento das metas globais definidas com o Acordo de Paris. Elas são revistas a cada cinco anos.

Por meio da NDC, o Brasil comprometeu-se a reduzir as emissões de gases de efeito estufa entre 59% e 67% até 2035, em comparação aos níveis de 2005. Além disso, foram reafirmadas metas como atingir a neutralidade de carbono até 2050 e zerar o desmatamento ilegal até 2030.

 

Regulamentação do Mercado de Carbono

Em dezembro, foi promulgada a Lei nº 15.042/2024, que cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), dando o “pontapé” para a criação do mercado regulado de carbono no país. As empresas que ultrapassarem os limites de emissões de gases poluentes precisarão adquirir créditos de carbono para compensação.

A lei também estabelece o mercado voluntário de créditos de carbono, que possibilitará a aquisição de créditos por parte de empresas, instituições e pessoas físicas que desejarem compensar emissões.

A implementação está prevista para ocorrer em até cinco anos. Os recursos obtidos por meio do mercado de carbono poderão ser investidos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para promover a descarbonização.

 

Maior participação das energias renováveis na matriz energética brasileira

A participação das fontes renováveis na matriz energética global tem aumentado. De acordo com projeções da Agência Internacional de Energia, até 2030, as fontes renováveis deverão fornecer quase metade da eletricidade produzida no mundo. O crescimento das fontes renováveis é importante, sobretudo, para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e diminuir as emissões de gases de efeito estufa.

No Brasil, também tem sido observado o crescimento das energias renováveis, principalmente a eólica e a solar fotovoltaica. Em 2024, graças, principalmente, às energias renováveis, o país atingiu recorde na capacidade de geração de energia elétrica. Mais de 90% da potência instalada neste ano no Brasil foi proveniente de geração solar fotovoltaica ou eólica.

Ainda em relação à transição energética, outro passo importante para o país em 2024 foi a sanção da Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024), que cria um programa nacional de incentivo aos combustíveis verdes. Com a nova lei, a produção brasileira de biocombustíveis como o etanol e o biodiesel deve ser impulsionada. Também foram estabelecidos os programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para a aviação e de biometano visando incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso dos biocombustíveis no país.

A participação das energias renováveis na matriz energética brasileira, como a eólica, aumentou em 2024. IMAGEM: Suwit Luangpipatsorn/Pixabay

Ainda em 2024, o Brasil teve papel de destaque em negociações globais sobre o clima. Entre os principais eventos deste ano, que contaram com a participação brasileira, estão:

 

COP29

Realizada em Baku, no Azerbaijão, a 29ª Conferência das Partes (COP29) foi chamada de “COP das Finanças”. O apelido foi motivado pelas discussões acerca do financiamento climático, um dos pontos centrais do evento. Após divergências e atraso nas negociações, os países desenvolvidos se comprometeram a destinar pelo menos 300 bilhões de dólares anuais para os países em desenvolvimento até 2035. O montante, que é quatro vezes inferior ao demandado pelos países em desenvolvimento, será aplicado na mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Apesar dos impasses nesse e em outros temas, como transição energética, a COP29 trouxe avanços, como a regulamentação do mercado global de carbono, e abriu as portas para a COP30, que será realizada em Belém do Pará, em 2025, prometendo atrair mais de 40 mil participantes.

 

Cúpula de Líderes do G20

Em paralelo à COP29, ocorreu neste ano, na cidade do Rio de Janeiro, a Cúpula de Líderes do G20, grupo que contempla as 20 maiores economias do mundo. Sob presidência do Brasil, foram discutidos investimentos em energias renováveis, o crescimento sustentável e inclusivo, o combate à fome e à desigualdade e o financiamento climático para os países em desenvolvimento. Entre as ações estabelecidas pelo G20 como essenciais no combate às mudanças climáticas estão a redução das emissões de gases de efeito estufa, a transição energética, o combate ao desmatamento e o uso sustentável dos recursos naturais. Além disso, um dos principais marcos foi o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, reunindo mais de 80 países.

 

Em 2024, o Brasil enfrentou desafios, como temperaturas recordes, enchentes devastadoras e a maior epidemia de dengue da sua história, fenômenos amplificados pelas mudanças climáticas. No entanto, o ano também trouxe avanços notáveis, como o crescimento das energias renováveis e a criação do mercado de carbono, além de progressos na redução do desmatamento em diversos biomas. Essas conquistas mostram que, com cooperação e esforço coletivo, é possível construir um futuro mais sustentável para 2025 e além.

 

Para mais conteúdo relacionado às mudanças climáticas, acesse o Painel de Indicadores de Mudanças Climáticas de Curitiba neste link.

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Fontes consultadas

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